Espólio do Museu da Cortiça de Silves

“A vereadora da CDU, Rosa Palma, apresentou ontem (7 de Agosto), na reunião ordinária da Câmara Municipal de Silves, uma proposta para que o Executivo Permanente PSD da Câmara Municipal de Silves assegure verbas para adquirir o espólio cultural do Museu da Cortiça de Silves, no mais breve prazo possível. Esta proposta foi aprovada por unanimidade.

Assim, deixando para outro momento e local a análise das causas e responsabilidades, a CDU tenta evitar que aquele valioso património cultural se perca, no todo ou em fragmentos. É urgente salvar a maquinaria e vários objectos ligados à transformação da cortiça, com valor histórico e industrial. Seria criminoso não salvaguardar o maior arquivo documental do mundo sobre a história da indústria da cortiça. Seria imperdoável não preservar o espólio daquele que em 2001, com o prémio Luigi Micheletti, foi considerado o melhor museu industrial europeu e é, ainda hoje, o principal Museu da Cortiça em Portugal.

CDU Silves”
Consulte a proposta aqui

Declaração Jerónimo Sousa sobre encontro com PS

Declaração de Jerónimo de Sousa
Secretário-geral do PCP
Encontro com o Partido Socialista
Lisboa, 4 de Junho de 2013

No encontro que acabámos de realizar manifestaram-se algumas das mais significativas diferenças de opinião e mesmo divergências quanto às soluções e respostas indispensáveis para tirar o País da situação para onde foi atirado por anos de política de direita e pelo chamado memorando de entendimento subscrito por PS, PSD e CDS com a troika estrangeira e pela acção devastadora do actual governo.
Expressámos ao PS a nossa convicção que não há nem crescimento económico nem criação de emprego sem rejeitar o Pacto de Agressão; que não é possível dinamizar o investimento público e privado ou pôr o país a crescer, sem renegociar a dívida e estabelecer, negociada ou unilateralmente, um montante para o serviço da dívida compatível com aqueles objectivos.
A demissão do governo e a realização de eleições são, sem dúvida, uma exigência e um imperativo nacionais.
Mas a questão essencial e decisiva reside em assegurar que à derrota do governo se some a ruptura com a política de direita, que se rejeitem e abandonem as manobras para perpetuar o Pacto de Agressão sem a troika, por via da subordinação às políticas e directivas da União Europeia como o PS sustenta e defende. Ou que se pretenda, de outra forma, manter a política de austeridade e consolidação orçamental como o PS explicitamente assumiu no seu Congresso.
É por isso que muitos portugueses, onde se incluem milhares de socialistas, não compreendem nem aceitam que a direcção do PS continue a reafirmar a sua disponibilidade para encontrar na direita – PSD e CDS – parceiros de futura governação, indiciando assim a vontade de prosseguir a mesma política que levou o país à situação em que se encontra.
Só com uma política patriótica e de esquerda, que inscreva como objectivos recuperar a soberania económica, orçamental e monetária e repor os direitos e rendimentos roubados aos trabalhadores e ao nosso povo, é possível dar solução aos problemas nacionais, assegurar os direitos sociais constitucionalmente consagrados, criar emprego e elevar as condições de vida dos portugueses, dar futuro a milhares de pequenas e médias empresas hoje condenadas à falência.
Os que insistem em manter o país amarrado ao memorando de entendimento com a troika e subordinado à União Europeia e ao federalismo são responsáveis por bloquear o caminho para a política alternativa indispensável ao País.
Aos que aspiram a uma verdadeira mudança na vida política, a todas as forças e personalidades empenhadas em romper com a política de direita, a todos os trabalhadores e ao povo português dizemos que esse objectivo estará tão mais perto de ser realizado quanto mais força e mais influência o PCP tiver.

Em defesa da atividade agrícola na região algarvia

Uma delegação do PCP, integrando o deputado Paulo Sá, eleito pelo Algarve, membros da Direção Regional do Algarve e autarcas da CDU, contactou na passada sexta-feira, dia 26 de abril, com produtores agrícolas do concelho de Silves, tendo ainda reunido com a Junta de Agricultores da Várzea de Benaciate.

Nestes contactos, a delegação do PCP pôde constatar as sérias dificuldades que os produtores agrícolas enfrentam. Aos aumentos brutais do preço da eletricidade – resultantes do aumento do IVA de 6% para 23% e da liberalização do mercado de energia e da progressiva extinção das tarifas reguladas – somam-se os aumentos dos adubos e produtos fitossanitários. Paralelamente, o preço de comercialização de muitos produtos agrícolas tem vindo a diminuir, levando à quebra acentuada dos rendimentos dos agricultores e ao consequente abandono da atividade agrícola.

Na sequência dos contactos realizados com os produtores agrícolas e associações de agricultores, o Grupo Parlamentar do PCP na Assembleia da República irá questionar o Governo sobre os problemas detetados e exigir a adoção de medidas de apoio à atividade agrícola na região algarvia.

PCP: Comunicado de Imprensa do Grupo Parlamentar

Sessão Extraordinária Assembleia Municipal de Silves, 12 Abril 2013

Realiza-se hoje, pleas 21h, uma sessão extraordinária da Assembleia Municipal de Silves descentralizada – na sede do Clube de Futebol “Os Armaceneneses”.

Deixo aqui a Ordem de Trabalhos.

OT_SE_AMSILVES_12Abril

demokratia, demo kratos, demo quê?! como?! para quem?! democracia.

Os exemplares!, imaculados morais!, defensores da democracia!, e do que ela representa, deram-nos uma amostra do que é para eles de facto a “democracia”, dúvidas houvessem ainda, para alguns, sobre o quão demo kratos muitos destes indivíduos são.

a democracia não é um cheque em branco Bernardino Soares

Ficam chocadíssimos com a postura dos estudantes [e dos cidadãos portugueses], querem a todo instante que calem e comam o que andaram a cozinhar durantes estes anos com a troika, e com a desculpa da mesma e da crise. Haja coragem, força, motivação e sentido de ideal de academia para os estudantes, haja também sentido de ideal e comunidade para o país. É que demokratia na boca de determinadas pessoas, bem como a sua prática, lembra mais o demo no sentido de divisão do povo e não um governo em que o povo é soberano.

Deixo aqui a lição demo kratos que a Assembleia de República pelos seus “ilustres” deu ao país. Tem sido um comunista a fazer isto e era o totalitarismo autoritário, como foram os demo kratos – os que usam o poder para dividir o povo – é demokratia!… queriam eles!, e que vingasse. Deviam ter nascido noutra época já que parece que não são tolerantes a diferentes opiniões e que estas os fazem clivar em crescentes dissonâncias cognitivas…

Bernardino lembrou, e bem, a poesia de Brecht: “Do rio que tudo arrasta, se diz que é violento. Mas ninguém diz violentas as margens que o comprimem”.

memória, presente e futuro

Álvaro Cunhal “[…] A revolução, com a liquidação dos grandes grupos capitalistas dominantes, com as nacionalizações e a reforma agrária, significou importantes e significativos passos na área social e na democratização cultural. A contra-revolução, na medida em que foi reconstituindo e restaurando o capitalismo monopolista, foi impondo e continua a impor medidas antidemocráticas nessas duas áreas.
A Revolução de Abril foi uma afirmação de independência nacional. A contra-revolução, uma história de capitulação ante interesses e imposições do estrangeiro.
No tempo da ditadura, da revolução e da contra-revolução, lutando com objectivos correspondentes a tão distintas situações, o PCP manteve sempre e mantém no horizonte o objectivo da construção de uma sociedade socialista em Portugal.
Uma sociedade nova e melhor, libertada da exploração e das grandes desigualdades e injustiças sociais.
A luta por este objectivo não contraria, antes dá mais claro sentido, à luta presente pela democracia e independência nacional. […]”
A Verdade e a Mentira na Revolução de Abril – A contra-revolução confessa-se

 

PS & PSD aprovam Orçamento Câmara Municipal Silves para 2013

Vereadora da CDU
Executivo da CM de Silves
Rosa Palma
14 de Dezembro de 2012

Declaração de Voto

PSD e PS aprovam em Silves

o pior orçamento da historia da democracia

 

A proposta de Plano e Orçamento da Câmara Municipal de Silves para 2013 ascende a 37,1 milhões de euros, valor que estará empolado na ordem dos 4/5 milhões de euros, se tomarmos em linha de conta a taxa média de execução orçamental dos últimos anos.

É curioso verificar o que é dito no preâmbulo do plano e orçamento (ideia repetida na Declaração de Voto do PSD), citamos: “…entendeu  este  executivo (Maioria PSD) apresentar o mais baixo orçamento dos últimos anos … operando  uma redução de 10 milhões de euros num ano … tal reflete uma extrema contenção de custos …” É hilariante esta constatação porque entre o orçamento virtual dos 47 milhões (ano anterior) e os 37 milhões previstos para 2013 (também virtual) ninguém pode concluir que houve qualquer redução de custos, na medida em que a execução real do orçamento se tem  situado  na ordem  dos 32/33 milhões de euros!!! Não se podem comparar números à margem ou acima da execução orçamental. Das duas uma, ou são ignorantes, ou então, tomam-nos por tolos.

O investimento previsto para 2013 aponta para os 8 milhões de euros que em cerca de 65% (5,2 milhões de euros) se resume a rubricas gerais, ou seja, não há investimento definido em concreto. Outra parte do investimento previsto (centenas de milhares de euros) refere-se a obras já realizadas mas em dívida. O conjunto destes valores significativos estão expostos às maiores discricionariedades, são contrário aos princípios da especialidade e da transparência que devem ser apanágio de qualquer orçamento, e iludem a verdadeira dimensão do investimento programado que acaba por ser meramente residual.

Para além do referido anteriormente, a CDU é obrigada a votar contra este orçamento, porque:

  1. As transferências para as Juntas de Freguesia do concelho repetem o valor do ano transacto, que foram  objecto de  uma diminuição brutal de 26% relativamente a 2011 (de 2010 para 2011 o corte foi de 10%);

– sendo extremamente grave que à data de hoje, nem um cêntimo foi transferido para as oito Juntas de Freguesia – por conta do Orçamento de 2012;

  1. As colectividades, associações e clubes que nada receberam em 2012 (!), no ano de 2013 são confrontadas com valores que colocam em causa a sua sobrevivência; na área da cultura o corte é de 300%, enquanto na área desportiva, a redução aproxima-se dos 200%;

  2. Consideramos da maior gravidade que o município de Silves sob a égide do PSD, ao não ter assumido os compromissos orçamentais de 2012, designadamente, os relativos à maioria esmagadora das colectividades, associações e clubes (não pagou um cêntimo), não os tenha assumido no orçamento para 2013, conforme era prática antiga, e exigiam o bom nome e a boa-fé da autarquia;

  3. A par disto, constatamos que as transferências do Estado para a autarquia (ex-FEF) são idênticas às de 2012; no ano transacto o Governo efectuou cortes de 4,96  por cento nas transferências directas para os Municípios;

  4. O plano e orçamento foram entregues em mão no dia da votação, e desde logo foram votados! Uma espécie de “orçamento-relâmpago”!

         O orçamento da CMS para 2013 não se explica somente pela crise do capitalismo financeiro que assola o país. São também reflexo e consequência da desastrosa gestão financeira realizada sob a liderança do PSD local ao longo dos últimos anos, incluindo as opções políticas erradas e a ausência de estratégia a médio/longo prazo.

Registamos com profunda  tristeza, estupefacção e indignação o comportamento dos Vereadores do PS (não é a primeira vez que o fazem)  que através da abstenção, viabilizaram  nestas condições, um orçamento muito mau que fere de morte os interesses das freguesias, do mundo associativo, e o próprio desenvolvimento do concelho de Silves.


A Vereadora Não Permanente,
Rosa Palma
CDU – SILVES

os resultados do Ministro das Finanças em 2 anos

Em 2 anos do seu Governo:

o consumo interno caiu 13,4%

o investimento caiu mais de 25%

o desemprego passou de 10% para 16%

a dívida pública aumentou 22,6%

os juros aumentaram 52%

 

Já era altura de todos percebermos que essa conversa da avaliação positiva só resulta e só pode ser verdadeira se os objectivos esperados fossem estes, se os objectivos esperados não eram estes então não pode ser positiva a avaliação, ou então todos nós temos que descodificar muito bem o que significa isso da avaliação positiva. Significa que curiosamente, só por acaso, talvez, o valor que o seu governo se orgulha de ter cortado na despesa pública, qualquer coisa como, em 2 anos, 8 mil milhões, e nós sabemos onde:

nos subsídios dos trabalhadores, nos despedimentos na função pública, no encerramento de escolas, no encerramento de centros de saúde, no encerramento de um conjunto muito vasto de serviços, no aumento dos preços, nós sabemos de onde vêm.

 

8 mil milhões mais ou menos de corte na despesa pública, é mais ou menos o mesmo, já reparou, que já colocamos na banca. Não há vergonha nisto?! tiram o dinheiro e dizem que cortam na despesa pública para garantir que o podem entregar aos bancos e àqueles que lucram à custa dos portugueses?! Portanto, é preciso ter algum pudor quando se vem aqui anunciar como positivo isto que está que nos está a destroçar o país e os direitos dos portugueses.

Não sei como é que se vê se a avaliação é positiva lá nos gráficos que o senhor ministro usa e nos seus números mas nas ruas e nos locais de trabalho vê-se as condições de vida dos portugueses, e os portugueses hoje vivem pior que há 2 anos.

 

 

Sabemos muito bem o que não é sacrificado, o sr. ministro diz-nos várias vezes fazendo uso desse terrorismo verbal, esse terrorismo social, aliás não é só o sr. ministro que o diz, já vem do anterior governo essa cassete, se não fosse este empréstimo não tínhamos como pagar os vencimentos dos trabalhadores portugueses mas nunca diz, que se não fosse este empréstimo não poderíamos pagar os compromissos com as parcerias público-privadas, se não fosse este empréstimo não podíamos pagar os juros e a agiotagem, esses são sagrados. O que pode ser sacrificado são os vossos salários, as vossas pensões, as do povo português. Vejam bem a componente ideológica e a sua camada de terrorismo verbal que objectivamente o reveste. (…)

 

Einstein chamar-lhe-ia um tolo, porque aquele que persiste na mesma receita para resolver o problema não pode ser outra coisa que um tolo. (…)

 

No lado da despesa há muita que se lhe diga, há muita despesa e nem toda é igual, (…) se poder, ainda, precisar um pouco sobre a dimensão, as áreas e o espectro de áreas em que esse corte incidirá que é para nós sabermos, que é para as pessoas lá em casa saberem onde é que vão ser cortados esses 830 milhões, onde é que  vão ser cortados esses 4 mil milhões depois. Porque essa ideia de corte indiscriminado tem reflexos objectivos, é isso que destrói os hospitais, é isso que destrói o serviço público, é isso que encarece os transportes públicos, é isso que dá cabo das escolas dos nossos filhos, é isso que aumenta as propinas, é esse corte que não é indiscriminado que tem reflexos e que tem objectivos e que provoca profundos transtornos na vida das pessoas.
(…) mas sobre o PS, o PSD e o CDS é muito revelador que estejam disponíveis para renegociar o Estado e não para renegociar a dívida. Então em vez de negociarmos os juros, os prazos e o montante da dívida? não! As imposições dos credores, as imposições das forças estrangeiras, nós submissamente acatamos. Renegociamos é o nosso Estado – chamaram-lhe refundação. Nós chamaremos desfiguração do Estado, chamaremos perversão do Estado, aquilo que for mais adequado, certamente que refundação não é o termo mas, sr. ministro como é que pode estar mais disponível para renegociar o Estado, para renegociar os direitos dos Portugueses, para renegociar a vida dos Portugueses, não é a sua, é a dos outros, é mais fácil negociar com a vida dos outros mas como é que pode estar disponível para isso ao invés de colocar como primeiro objectivo a defesa do interesse do seu país e renegociar a dívida nos seus juros, prazos e montantes?

 

 

Ainda hoje o PCP propôs a indexação dos juros às exportações portuguesas, é irrealista? Já foi feito na história, até de países da Europa, a indexação dos juros da dívida à capacidade de exportação. Propusemos hoje mesmo, vamos propor no Orçamento de Estado, aqui está uma proposta de renegociação da dívida que poderia ser posta em prática fosse o interesse do Governo o interesse do povo.

 

E eu gostava apenas de dizer o seguinte, o sr. ministro tem razão numa coisa, não é renegociar, de facto, é uma expressão que não comporta toda a dimensão do termo, é negociar, porque o país precisa é de um Governo que esteja disponível para negociar a dívida porque este limitou-se a ir lá assinar de cruz este pacto de agressão sobre o povo português.

eu quero é mais deputados como a Rita e o Bernardino na Assembleia da República

É por intervenções e participações destas que não sou a favor de diminuir o número de deputados na Assembleia da República. Com o nosso método eleitoral a redução de deputados só dá jeito aos partidos da maioria da Troika (PSD e PS) porque assim são menos as vozes dissonantes das suas políticas, assim são menos as vozes a defender melhores condições de vida para a maioria da população.
Com esta qualidade eu quero é mais deputados como a Rita e o Bernardino na Assembleia da República. É com pessoas como eles que as coisas mudam porque dizem a quem de direito e nos locais próprios a realidade com que a maioria das pessoas se defronta, e porque defendem alternativas viáveis apesar de serem muitas vezes enquadradas pelos media e pelo governo de utópicas, ou então de cassetes, para que as pessoas deixem de ouvir com atenção o que deviam como qualquer bom preconceituoso treinado ou em treino.

O sr. Ministro falou no aumento das pensões mínimas, fazendo um arredondamento por cima e pensando no aumento dos 8€ que não chegou de facto aos 8€, nós estamos a falar de 0,26€ por dia. O sr. Ministro é o Ministro da Solidariedade Social devia envergonhá-lo vir dizer que aumentou 0,26€ por dia uma pensão na ordem dos 250€. Porque o sr. Ministro acha que estas pessoas passam poucas dificuldades? 256€?

(…)

E o sr. Ministro já nos falou aqui por diversas vezes da mudança de paradigma, a mudança de paradigma não é mudança nenhuma é um retrocesso, é um retrocesso social que nos conduz aos tempos do fascismo e da sopa dos pobres. É que o 25 de Abril permitiu um passo em frente na emancipação das pessoas e na sua condição de dignidade que é o acesso aos direitos fundamentais consagrados na Constituição. A mudança do paradigma que aqui nos traz é do take away para os pobres!? Ó sr. Ministro, eu acho que o sr. Ministro devia-se envergonhar de usar estas expressões aqui no parlamento. Take away para os pobres? Os pobres não precisam de tupperware, os pobres precisam é de ter emprego, um salário digno, precisam de ter uma pensão digna, precisam de ter acesso ao sistema de transportes, precisam de ter acesso ao Serviço Nacional de Saúde, precisam de ter acesso aos serviços sociais e aos serviços públicos.

(…)

Não há discurso de defesa da caridade que cole com a realidade. As pessoas precisam de emprego com direitos e de pensões dignas. (Para ouvir e ver o resto da intervenção, é clicar no vídeo que está no fim do post!)

queria perguntar à sra. deputada Carina Oliveira se não participou aqui há tempos numa vigília contra o encerramento de extensões de saúde em Ourém? Se não é verdade que em Ourém se diminuiu o horário de funcionamento para as 18 horas e que a sra. deputada se manifestou contra essa diminuição? E se a sra. deputada não é a relatora da petição que está apresentada contra o encerramento de serviços no centro hospitalar do Médio Tejo que aguarda o seu relatório porque a sra. deputada não quer comprometer com o encerramento que está a ser feito nessa matéria. Olhe sra. deputada na segunda-feira vou participar num debate em Tomar sobre o centro hospitalr do Médio Tejo, vá lá a sra. deputada fazer o discurso que fez aqui que eu quero ver se tem coragem de o fazer em frente às populações e aos profissionais de saúde

(…)

… depois quanto ao favorecimento de interesses privados e privatização, ó sra. deputada as PPP’s (parcerias público privadas) são privatizações. As PPP’s foram criadas pelo governo anterior PSD/CDS, as PPP’s da Saúde têm origem nesse governo, as outras as rodiviárias são do PS é verdade, mas essas são vossas, são exclusivamente vossas, são pai e mãe das PPP’s da saúde os deputados do PSD e do CDS.

Logo deixo cá outros exemplos como estes. É que não são todos iguais ao contrário do que se diz com o objectivo de levar as pessoas a resignarem-se a mais do mesmo como tem acontecido sucessivamente de uns governos para os outros.

por cá também se defende a Moção de Censura a este (des)Governo

de facto, este Governo vive acima das minhas possibilidades.

Dizemos aqui ao Ministro Mota Soares, rejeitamos totalmente a ideia de que o país é um país de preguiçosos e de aldrabões que andam a enganar o governo e a receber subsídios que não deviam. Isso não são os portugueses, podem ser alguns com quem os senhores se relacionam mas não são os portugueses, os portugueses não são aldrabões e não são preguiçosos. Quem vive à conta do orçamento não são os pobres são os ricos e isso é que os senhores não querem mudar e por isso é que sempre acusam os pobres de serem aldrabões e de serem preguiçosos.  Bernardino Soares

Nada de novo na AR.

Moções de censura apresentadas pelo PCP e BE rejeitadas.

Votos contra PSD/CDS, abstenções PS. A conivência é vergonhosa quer a nível nacional quer a nível local.