os resultados para a Câmara Municipal de Silves em gráficos!

Resultados Globais para a Câmara Municipal de Silves

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Resultados Globais para a Assembleia Municipal de Silves

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Resultados em São Marcos da Serra para a Câmara Municipal de Silves

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Resultados em Silves para a Câmara Municipal de Silves

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Resultados em São Bartolomeu de Messines para a Câmara Municipal de Silves

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Resultados em Armação de Pêra para a Câmara Municipal de Silves

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Resultados em Algoz e Tunes para a Câmara Municipal de Silves

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Resultados em Alcantarilha e Pêra para a Câmara Municipal de Silves

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Resultados em São Marcos da Serra para a Assembleia Municipal de Silves

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Resultados em Silves para a Assembleia Municipal de Silves

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Resultado em São Bartolomeu de Messines para a Assembleia Municipal de Silves

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Resultados em Algoz e Tunes para a Assembleia Municipal de Silves

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Resultados em Alcantarilha e Pêra para a Assembleia Municipal de Silves

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Mudar para melhor … não a qualquer preço!

16 anos de governação ininterrupta do PSD local, correspondentes a quatro mandatos autárquicos no município de Silves, justificam a necessidade imperiosa de mudança nos destinos do concelho, não só pela prática rotineira instalada, perda de dinâmica, inércia e estagnação, como sobretudo pela má gestão e subalternização da defesa do interesse público cujo zénite foi atingido com o Caso Viga d´Ouro, espécie de BPN local, que vai sacando milhões de euros aos bolsos dos contribuintes.
É surpreendente ouvir a liderança autárquica afirmar que as contas públicas estão controladas e de boa saúde.
A ser assim, a autarquia poderia e deveria promover medidas anticíclicas (baixando os impostos, taxas e licenças) e dinamizar o investimento no sentido de contrariar e amenizar o ambiente recessivo.
A saúde financeira é tão boa que não há fundos para a compra de simples luvas para os funcionários da recolha do lixo … para a reparação das viaturas de recolha do lixo, ou mesmo para a sua inspeção periódica … para adquirir papel higiénico para os WC do edifício sede do Município e demais instalações … para manter as transferências para as Juntas de Freguesia e coletividades … para assumir parte das competências e obrigações contraídas com as escolas do ensino básico …para desinfestações preventivas em Armação de Pêra e restantes freguesias!
Tudo isto, aliado à quebra quase total no investimento programado (18% de taxa de execução média nos últimos 3 anos). Devido à implementação da Lei dos Compromissos Financeiros que se revelou boa medida para os maus gestores mas castradora e estúpida para quem governa com rigor e competência, e num clima de paralisia da atividade municipal, o passivo corrente baixou para os 2,3 milhões de euros, o passivo financeiro mantém-se na ordem dos 15 milhões de euros, mas… atenção … os ventos do Caso Viga d´Ouro, só por si, provocarão um buraco estimado entre 8 e 10 milhões de euros.
(A título de comparação, o panorama descrito é a antítese do desempenho do mandato autárquico 1994-1997 (Maioria CDU) que em matéria de gestão financeira terminou com um Passivo Corrente quase inexistente (2,3 m. de euros), considerando-se o crédito dos reembolsos comunitários/nacionais no montante de 1,9 m.euros (relativo a despesa paga), e um Passivo Financeiro (1,3 m. euros) – 27% da capacidade de endividamento, num quadro geral de intensa atividade e investimento. A CMS posicionou-se no topo dos municípios algarvios em termos de volume de captação de fundos comunitários.)
Mudar, implica fazê-lo para melhor, não a qualquer preço. A praxis autárquica baseada na “velha política”- composta por intriga, falsidade, teias clientelares, ocultação da corrupção e de interesses promíscuos, discriminação de munícipes, freguesias e instituições, perseguição e represália, incumprimento de promessas -, tendo como propósito central a preservação do poder a todo o custo, segundo uma lógica de secundarização do interesse público e da resolução dos problemas das populações e do território, tem de acabar.  
Na oposição, em campanha eleitoral ou nas cadeiras do poder, tem de existir clareza e coerência. É neste plano comportamental que não se entende as posições do PS local (síndrome do bloco central) em momentos-chave da atividade municipal.
Recorrendo à abstenção, à ausência deliberada de um dos seus Vereadores, pactos secretos ou desalinhamento de membros da sua bancada na Assembleia Municipal, viabiliza as propostas da maioria PSD (orçamentos camarários penalizadores das freguesias, coletividades e associações por via de cortes brutais nas transferências de verbas; aumentos violentos do tarifário da água, tabela de taxas e licenças; teto máximo nos impostos (IMI); adjudicação por ajuste direto de serviços jurídicos à Sociedade de Advogados PLMJ (com fortes ligações a figuras gradas do PSD), contratada para a defesa da causa perdida do processo Viga d´Ouro, contrariando a lei da contratação pública, num volume de despesa que já ascende aos 500 mil euros de chorudos honorários!).  
E rejeita a proposta da Vereadora Rosa Palma (CDU) que visava responsabilizar criminal e civilmente os decisores políticos envolvidos no Caso Viga d´Ouro.  
No processo de mudança para melhor, exige-se que os protagonistas da campanha eleitoral autárquica, privilegiem a apresentação dos seus candidatos, a defesa das suas propostas, ideias, e o uso de argumentário político sério e eticamente irrepreensível, abstendo-se da intriga, da mentira torpe e de ataques pessoais, respeitando o adversário. Há vida para além da política.
Contrariamente ao enunciado no discurso de apresentação de um dos candidatos à presidência da autarquia silvense que proclamou solenemente a necessidade de uma campanha limpa, já há vários testemunhos e evidências de que a promessa se resumiu às palavras.
Cabe ao eleitorado discernir, avaliar o perfil dos candidatos, as soluções e a capacidade de realização dos partidos/coligações concorrentes, tendo em conta as experiências passadas, e do cimo da sua sabedoria, derrotar a “velha política” e distinguir quem oferece maiores garantias de trabalho competente e sério, e apego à causa pública.
Francisco Martins, Economista
Jornal “Terra Ruiva”
Edição de Setembro/2013

Conheça o Programa e os Candidatos à Junta de Freguesia de Silves

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Conheça o Programa e os Candidatos à Junta de Freguesia de São Bartolomeu de Messines

 

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Conheça o programa e os candidatos da CDU à Assembleia e à Câmara Municipal de Silves

clique na imagem para abrir o programa

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Rogério Pinto e as famigeradas promessas em campanha eleitoral

veja a entrevista:

https://socialcam.com/v/uedwGmzv?autostart=true

De promessas está a governação desta autarquia cheia, são 16 anos. Rogério Pinto assimilou a única coisa que Isabel Soares sabia fazer. Promete agora desassorear o Rio Arade e refere numa nuvem de mistério que há investimentos para 2014. O Rio Arade nunca foi desassoreado porque o ‪#‎PSD‬ com Isabel Soares, e já em 2011 com Rogério Pinto, é verbo de encher e projecto que nunca foi feito – até porque a obra nunca foi adjudicada. Quanto aos investimentos mistério – frase feita para agarrar as pessoas a uma esperança que ainda têm mas que verá tanto a luz do dia como viu o rio. 16 anos de uma mão cheia de nada para a maioria das freguesias do concelho. O lema da campanha eleitoral de Rogério Pinto deveria ser: prometer sempre. Já que trabalhar no que promete, está quieto. Aliás, lembrem-se bem da campanha de marketing, a que o ‪#‎Governo‬ da mesma cor deu uma ajuda, aquando do tornado. Ajuda zero, única coisa que fizeram foi dizer que a autarquia podia endividar-se. E mencionar ainda que se não fosse a ajuda dos presidentes das juntas de freguesia do concelho, a cidade de Silves não teria sido limpa como foi, ao contrário do que o Sr. Presidente diz: que foi ele.

Como somos apologistas que as pessoas devem ter a maior informação disponível para apreciarem os assuntos com coerência e contextualizados, sobre o processo de desassoreamento do Rio Arade deixamos aqui um memorando da autoria de Francisco Martins.