União Desportiva Messinense: futebol senior

Publico aqui o comunicado que me chegou da União Desportiva Messinense.

COMUNICADO

UDM suspende Futebol Sénior

A União Desportiva Messinense suspendeu sine die o futebol sénior por deliberação da Assembleia Geral Extraordinária realizada em 22 de de Junho do corrente, abdicando de participar, quer no próximo Campeonato Nacional da 3.ª Divisão quer nas provas Distritais.

A decisão tomada baseia-se em dois pressupostos: (i) o desinteresse competitivo do Nacional da 3.ª Divisão para a quase totalidade das equipas que vão descer aos distritais pelo facto deste escalão se extinguir na próxima época, e os elevados custos financeiros (sem nexo) que tal participação provocaria; (ii) a violenta crise financeira, económica e social que afeta o país, com reflexos negativos na angariação de patrocínios, donativos, subsídios e demais receitas, que por sua vez, conduz à criação de passivos elevados e incumprimento de compromissos.

Problemas complexos exigem soluções conscientes e corajosas sem mais delongas.

A UDM manterá e reforçará o projeto do futebol juvenil em todos os escalões, envolvendo cerca de duas centenas de atletas, numa linha de orientação estratégica, que levará ao reforço das ligações do Clube à comunidade local, e à autossustentabilidade financeira e desportiva no futuro.

A UDM optou por dar um passo atrás, convicta de que no tempo próximo, dará dois passos em frente, efetivando o saneamento financeiro, e retomando o projeto do futebol sénior com ambição mas à medida das capacidades próprias.

É fundamental a unidade entre Corpos Sociais, massa associativa e adeptos, por forma a que o Clube ultrapasse o momento crítico – o mais rapidamente possível -, e recupere a sua posição privilegiada no contexto do futebol regional, onde ganhou pergaminhos durante mais de uma década.

A Direção
24 de Junho de 2012

Nota minha: Felizmente que a vontade e a motivação de lutar pelo que se acredita não depende da crise. Ao clube e a todos os envolvidos desejo força, união e um futuro próspero.

afinal o problema do orçamento era “mas quem será o pai da criança”!

Diz o Barlavento que na reunião do executivo camarário para a votação da 4ª versão do Orçamento para a Câmara Municipal de Silves:

O Partido Socialista pretendia avançar com o pedido de uma reunião extraordinária do executivo só para discutir o Orçamento, adiantando que iria apresentar propostas de cortes nas despesas, mas viu o seu objetivo cair por terra, quando foi confrontado com a introdução na ordem de trabalhos da reunião camarária de hoje da discussão daquele documento.

E como o PS já havia escrito numa das primeiras versões de declaração de voto respeitantes ao Orçamento 2011 para a CMSilves que:

Estamos, porém, inteiramente disponíveis para estudar, participar e também assumir a paternidade na responsabilidade de um novo Orçamento e Plano

Está visto que o problema era o apuramento da paternidade do pai da criança… coisas da sabedoria popular como se pode perceber:

já entendemos que a ideologia professada por este socialismo é a do protagonismo…

ainda os cortes nas autarquias

Para que no ano que vem não andem uns a fazer-se de santos e outros a pedir clemência, deixo aqui duas notícias que convém ler, avaliar criticamente e reter.

Uma de 15 de Outubro de 2010, do Expresso, que refere os cortes de 5% nas autarquias e onde se pode ler:

O presidente dos autarcas socialistas, Rui Solheiro, afirmou hoje que as transferências do Estado para as autarquias vão sofrer no próximo ano um corte na ordem dos 5%. (…)

“Com o Programa de Estabilidade e Crescimento II e com a concordância do PSD, verificou-se uma diminuição das transferências de 100 milhões de euros até ao final do ano. O corte para 2011 será de cinco por cento em relação àquilo que foram as receitas dos municípios em 2010”, referiu o presidente da Câmara de Melgaço. (…)

Segundo o vice presidente da ANMP, na reunião com José Sócrates, “não houve vozes críticas” dos autarcas socialistas perante esta medida do Governo.

A outra de 29 de Dezembro de 2010, do Observatório do Algarve, onde se lê relativamente ao impacto dos cortes nas autarquias do Algarve:

Os orçamentos das autarquias do Algarve espelham as assimetrias regionais: Loulé chega aos aos 173,6 milhões, enquanto Aljezur tem 13,2 milhões. Denominador comum são os cortes. Impasse continua em Silves e Faro espera aprovação do plano de reequilibrio financeiro.

O impasse na câmara de Silves (PSD) continua depois de as duas propostas do orçamento para 2011 apresentadas no executivo camarário pela autarca do PSD Isabel Soares, em minoria, terem sido chumbadas pela oposição PS e CDU.

Contrariamente ao que afirma Isabel Soares, que em declarações ao Observatório do Algarve dramatizou o chumbo, afirmando que o mesmo conduziria a uma gestão em duodécimos, com consequências, por exemplo, para a contratualização de funcionários, entre outras, a lei diz que a não aprovação implica a execução “do orçamento em vigor no ano anterior com as modificações que já tenham sido introduzidas até 31 de dezembro”.

Ou seja, caso a Assembleia Municipal de Silves, onde o PSD é igualmente minoritário, ratifique o chumbo, ficam sem efeito as medidas propostas pelo executivo de Isabel Soares de diminuição de verbas para o orçamento de 2011.

Entre elas, os tão contestados corte de transferências para as Juntas de Freguesia que começaram por ser acima dos 50% na primeira proposta, tendo sido depois retificados na segunda, mas ainda assim sem convencer os vereadores da oposição.

O cenário é, portanto de a autarquia de Silves (PSD) manter o orçamento de 2010 que rondou os 57 milhões de euros – quando a última proposta de 2011 era de 48 milhões.

O chumbo traria a “a realização, apenas, dos projetos contemplados no Plano Plurianual de Investimentos (PPI) em vigor no ano anterior com as modificações que entretanto lhe tenham sido introduzidas até 31 de Dezembro, sem prejuízo dos limites das correspondentes dotações orçamentais”, como esclarece o portal da Direção Geral das Autarquias Locais.

Depois ainda há quem fale de apoio às instituições sociais, às colectividades, etc. Se são dirigentes partidários e fazem parte destes partidos que se lembraram, propuseram, votaram favoravelmente e possibilitaram meter em prática estas medidas, uma boa tarefa para o ano novo seria procurar criar uma, ou várias consciências lógicas e coerentes…

O que me faz lembrar:


ainda sobre os cortes de verbas às freguesias pela CMSilves

in Terra Ruiva, edição 116

O executivo municipal apresentou, no dia 9 de Novembro, a sua proposta para as transferências a realizar para as juntas de freguesia do concelho, na qual prevê uma redução de cerca de 50 por cento das verbas.

Os presidentes das Juntas estiveram reunidos, no dia 17, e decidiram, por unanimidade, que não aceitam estes cortes. Um corte de mais de 10% das verbas tornará a actividade das Juntas “insustentável”. Para muitos, “mais valia fechar as portas”.

A proposta da Câmara de Silves apanhou de surpresa os presidentes das juntas de freguesia do concelho. De uma forma geral, todos sabiam que haveria alguns cortes nas transferências mas ninguém esperava que a redução fosse tão significativa. Receber em 2011 metade da verba recebida no ano de 2010, é não só uma situação totalmente inesperada para os presidentes, como também uma situação que irá colocar em sérias dificuldades as juntas do concelho, algumas das quais têm prevista uma verba que não é suficiente sequer para pagar os ordenados.

Confrontados com esta situação, os presidentes das Juntas reuniram-se no dia 17 de Novembro, e declararam, por unanimidade, que não aceitarão a proposta apresentada pela Câmara. Feitas as contas, estes autarcas afirmam que não têm condições para aceitar um corte de verbas superior a 10 por cento.

O que estaria dentro dos valores esperados, uma vez que as transferências do Estado para as freguesias, foi reduzida em cerca de nove por cento.

[recordamos aqui que as transferências do Estado para as Câmaras foram reduzidas em 5%]

Um valor superior a 10 por cento, conjugado com os cortes estatais, causaria a paralisação dos serviços das Juntas, dificuldade ou mesmo incapacidade em pagar os salários e outras despesas fixas, além das Juntas deixarem de poder apoiar as iniciativas de associações, clubes ou outras. Em resumo, como alguns presidentes têm vindo a manifestar “mais valia fecharmos a porta e ir entregar a chave à Câmara”.

Esta proposta da autarquia surge também, na opinião de alguns autarcas, completamente descontextualizada, uma vez que, apesar dos cortes no Orçamento do Estado, a Câmara Municipal de Silves foi uma das que mais dinheiro recebeu, no Algarve, sendo atingida com uma quebra nas transferências na ordem dos cinco por cento. Bem diferente dos 50 por cento que pretende aplicar às juntas de freguesia.

[recordamos que foi a segunda Câmara do Algarve que mais recebeu: 8.351.433, tendo a primeira, Loulé, recebido 8.795.167]

Na altura do fecho da nossa edição, aguarda-se a resposta da Câmara Municipal quanto a esta tomada de posição dos presidentes das Juntas de Freguesia do concelho.

[aguardamos novos desenvolvimentos…]

Acerca das Autárquicas em Silves

Começo desde logo por agradecer a todos quantos, com a equipa da CDU à Câmara Municipal de Silves e às Juntas de Freguesia do concelho, partilharam os seus problemas, as suas preocupações e as suas ideias. A todos quantos votaram nestas equipas, acreditando numa alternativa, uma palavra de agradecimento pela confiança demonstrada e que se reflectiu nos resultados.

Na Câmara Municipal de Silves, a CDU mantém um lugar, elegendo Rosa Palma para vereadora. Relativamente à Assembleia Municipal de Silves, a votação aumentou de 19,90% em 2005, para 21,86% em 2009, o que possibilitou a eleição de mais um deputado  da CDU, que passa de quatro para cinco eleitos directos.

Relativamente às Assembleias de Freguesia, no geral, a CDU sobe de 25,92% em 2005, para 27,12% em 2009, o que resulta em mais dois eleitos, resultado apenas possível pela votação alcançada em São Bartolomeu de Messines e São Marcos da Serra. No primeiro caso, a CDU foi a força mais votada, com 37,84% dos votos, garantindo a eleição de João Correia, para presidente da Junta de Freguesia, e  uma representação de seis eleitos na Assembleia. Com a duplicação do número de votos, em São Marcos da Serra, a CDU conquistou o seu segundo eleito na Assembleia de Freguesia. É de salientar ainda a subida de votos em Tunes (mais xxx votos e mais 3,35% do que em 2005), embora mantendo o número de eleitos.

Em Alcantarilha, a CDU subiu 2,46% relativamente a 2005, embora esse resultado não tenha ainda permitido ficar representada na AF. No geral, embora tenhamos descido a votação na freguesia da Silves (menos 5,67%), Armação de Pêra (2,19%), Algoz (2,14%) e Pêra (1,52%), há um reforço de 17,31% dos votos na CDU para as Assembleias de Freguesia.

Não posso deixar de mencionar que em São Bartolomeu de Messines a CDU foi a força política mais votada para todos os órgãos que se apresentaram a sufrágio no dia 11 de Outubro: Assembleia Municipal, Câmara Municipal e Assembleia de Freguesia. Os messinenses deram um sinal claro da sua vontade de mudança para o rumo da freguesia e do concelho – um resultado inédito no resto das freguesias do concelho.

Com este reforço, nas Assembleias de Freguesia e na Assembleia Municipal, há uma abertura para uma mudança no panorama político do concelho. A CDU tem mais força, mais voz para fazer ouvir os problemas da população e para propor soluções, nos locais onde são decididas as políticas a seguir para o concelho e para as freguesias. A população tem garantido mais apoio e mais estímulo para as suas justas reivindicações e para as lutas que por elas decida levar a cabo. Por estas consequências concretas que a expressão do número de votos tem na prática, quem votou na CDU só pode estar satisfeito e não terá motivos para lamentar essa opção.

Tendo em mente os resultados, partilho uma última reflexão.

Para os eleitos da CDU e, mais especificamente, aqueles que vão ocupar cargos executivos nas juntas de Silves e de São Bartolomeu de Messines, é tempo de meter mãos à obra. Existe um programa que foi sufragado juntamente com as listas que se apresentaram às eleições, o que quer dizer que esse mesmo programa é o plano de trabalho que foi aprovado para os quatro anos que agora começam. Muitas vezes as pessoas reagem com receio face à mudança, devido à ruptura com a rotina instalada, à qual não são alheias as nossas emoções. É próprio dos seres humanos. Não somos apenas “animais políticos”, como afirmou Aristóteles, mas também “animais de hábitos”.  Contudo devemos ter presente que a mudança representa um outro rumo, um outro presente e futuro, escolhido pela maioria da população, e que este presente e este futuro têm de ser construídos através do diálogo e de uma nova prática, que conta com a participação popular, que conta com todos os moradores, que conta consigo em concreto.

in Jornal Terra Ruiva, edição n.º104

Tomada de posse da Câmara e Assembleia Municipal do concelho de Silves

A tomada de posse dos órgãos autárquicos do concelho de Silves teve lugar dia 21, quarta-feira, pelas 17h00m (atrasou-se um pouco, normal nestas coisas de protocolo) na Câmara Municipal de Silves.

Estiveram presentes alguns populares a assistir à mesma. Os discursos do presidente da Assembleia Municipal cessante, João José Ferreira, e da reeleita presidente da Câmara Municipal de Silves, Isabel Soares, focaram-se na necessidade de desenvolvimento do concelho, insistindo ambos no futuro que é necessário construir para a geração vindoura. Discursos sóbrios e a puxar pelo sentimento.  Ressaltar ainda, o facto de Isabel Soares se referir às virtudes do Rei Salomão, exprimindo que não almeja ser como ele, mas que espera poder nortear o seu caminho de acordo com os seus ensinamentos. Vejamos o que nos vão reservar estes próximos 4 anos…

Fica a sensação que ambos, João Ferreira, e Isabel Soares, querem dar a ideia de um começo novo, como que esperando que as pessoas se esqueçam que o executivo destes 12 anos que passaram era constituído pelo PSD, e que as políticas que foram aprovadas ao longo deste tempo tiveram sempre a votação favorável, ou abstenção do PS, como forma de viabilizar as políticas que foram colocadas em prática e que todos sentimos no nosso dia-a-dia. Ou seja, não podem desresponsabilizar-se das acções que levaram a cabo, e cujas consequências são conhecidas de todos nós. Por outro lado, é sempre possível olharem os resultados eleitorais e daí retirarem as suas ilações, pautando a sua actuação com respeito pela vontade dos que os elegeram para governar.

Interessante o discurso de João Ferreira, presidente cessante da Mesa da Assembleia Municipal, após a eleição de Maria José Encarnação. “Podem contar connosco” disse dirigindo-se à Mesa, acrescentando que com a bancada do PS não vão ter lugar traições, “nem vendetas“. Discurso negro e penoso, como que a cobrar o facto de ao longo destes anos a bancada do PS ter estado ao lado do PSD, permitindo o trabalho do executivo com o seu apoio na Assembleia Municipal. Esperava, talvez, João Ferreira continuar a presidir à Assembleia Municipal. Esquece-se o PS que a confiança que se deposita muitas vezes se perde pela actuação que se vai tendo ao longo do tempo. Para ser coerente, e tendo em conta o passado recente, João Ferreira só poderia ter sido eleito se o PSD tivesse votado na sua candidatura como forma de reconhecimento pelo trabalho da sua bancada em prol das políticas do executivo.

Ao que parece, pelo que se vai lendo nos blogues, incomodam as abstenções que tiveram lugar nesta votação da constituição da Assembleia Municipal. Mas só se vieram da CDU! O facto de o PS  não se ter mostrado força opositora capaz durante os últimos anos não incomoda. Quem faz coligações imorais é a CDU (gostava de saber quais são essas coligações), embora nunca tenho permitido e fomentado a prossecução das políticas do executivo PSD. De facto quem propaga esses discursos são pessoas atentas à vida política do concelho! Pessoas que tentam apagar o papel do PS ao longo destes anos, fazendo da CDU aquilo que não é, nem nunca será, bode expiatório, purga para as culpas dos actos dos outros. O PS teve o seu tempo na Assembleia, aliás não tinha votos suficientes no último mandato para ter eleito o seu candidato per se. Como já referi confia-se em quem é confiável. Um PS que sucumbiu ao PSD durante estes últimos anos não é de todo confiável. Não arranjem desculpas.

Mais, ao contrário do que um cidadão menos atento possa pensar, estas eleições, e a sua campanha eleitoral alcançaram em determinados sítios um baixo nível de argumentação, aliás muitas vezes nem sequer política, que muitos se esforçam por apagar. Contudo ela existiu. Os únicos responsáveis são os que a propagaram com ódios, e palavras mordazes, denegrindo aquilo que a política deve ser. Uma arte reguladora de relações que tem como fim a vivência harmoniosa dos cidadãos na sua freguesia, cidade ou país. Discursos antidemocráticos que se propagam pela blogosfera, escondidos sob a alçada do anonimato, porque dar a cara é coisa que hoje em dia as novas tecnologias excusam, permitindo a disseminação de enunciados infundados que minam a boa convivência, o respeito pelos adversários políticos, e pela discussão séria e democrática. Quem leva o serviço público a sério, e gosta de política por certo não tem este tipo de posturas, e consegue além de encaixar as críticas construtivas, rir-se de algumas crenças enraizadas quanto ao seu partido, aprecia um bom esgrimir de argumentos, logo uma vida democrática em que a presença de todas as forças é necessária, devido à pluralidade de valores, ideias, e ideais que cada sujeito possui.

Deixo, por fim, a lista dos membros que tomaram posse nessa quarta-feira, 21 de Agosto de 2009.

O executivo da Câmara Municipal ficou constituído por:

3 membros do PSD: Isabel Soares, Rogério Pinto, Maria Manuela Guerreiro;

3 membros do PS: Lisete Romão, Fernando Serpa, Mário Maximino;

e, 1 membro da CDU: Rosa Palma.

A Assembleia Municipal ficou constituída por:

12 membros do PSD: Maria José Encarnação; Rui da Silva, José de Sousa Ramos, Célia Coelho, Avantino Moreira, José Maria Gaio, Maria Emanuela Simões, Rui Jorge Paulino. Mais os quatro presidentes das Juntas de Freguesia: Sérgio Antão (Algoz), Fernando Bernardo (Armação de Pêra), José Marques (Pêra),  e, José Cebola (Tunes);

9 do PS: João Ferreira, Ana Sofia Belchior, Nuno Filipe Silva, José Ricardo Matos; Ana Cristina Santos, Fernando Sequeira Santos. Mais os dois presidentes das Juntas de Freguesia: João Palma (Alcantarilha) e José Folgado (São Marcos da Serra);

7 da CDU: João Estevens, Analídio Braz, Tânia Mealha, Paula Torres e José Carlos dos Santos; Mais os dois presidentes das Juntas de Freguesia: Mário Godinho (Silves), e João Correia (São Bartolomeu de Messines).

e 1 do BE: Filipe Bárbara.