a modernidade capitalista: tão verdade hoje como em 1848

“O permanente revolucionar da produção, o ininterrupto abalo de todas as condições sociais, a incerteza e o movimento eternos distinguem a época da burguesia de todas as anteriores. Todas as relações fixas e enferrujadas, com o seu cortejo de vetustas representações e intuições, são dissolvidas, todas as recém-formadas  envelhecem antes de puderem ossificar-se. Tudo o que era dos estados (ou ordens sociais) e estável se volatiliza, tudo o que era sagrado é dessagrado, e os homens são por fim obrigados a encarar com olhos prosaicos a sua posição na vida, as suas ligações recíprocas” (p.129)*

*Marx, K. & Engels, F. (2008) Manifesto do Partido Comunista. In Avante (Eds.), Marx Engels: Obras escolhidas em três tomos, tomo I (pp. 125-160). Lisboa: Edições Avante

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