Nenhuma mulher deve morrer por dar vida

Esta Campanha é uma iniciativa conjunta do Governo Português, com o apoio institucional do Fundo das Nações Unidas para a População (UNFPA), e em parceria com a ONG Associação para o Planeamento da Família, a Campanha do Milénio e a Caixa Geral de Depósitos.

O objectivo da campanha é reforçar o envolvimento do Estado e aumentar a consciencialização dos cidadãos portugueses em geral, e das crianças e jovens em particular, para o exercício de cidadania e solidariedade que a boa consecução dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio exige, promovendo uma cidadania global e a aquisição de ferramentas para uma acção crítica necessária para o cumprimento dos ODM até 2015 pelos Estados.

EM 2000, todos os 189 Estados Membros da Assembleia Geral das Nações Unidas assinaram a Declaração do Milénio, e nela identificaram os principais desafios ao desenvolvimento que a Humanidade enfrenta. Foi nesse momento que os líderes do mundo aprovaram os chamados Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, tendo-se comprometido a alcançá-los num prazo de 15 anos.

Em 2010, quando se celebram 10 anos sobre este momento, o Estado Português considerou importante desenvolver uma iniciativa que promovesse o conhecimento da população portuguesa sobre este compromisso de cidadania e igualdade que compromete cada cidadão com uma mudança real no paradigma desenvolvimento, discriminação e pobreza no mundo. Em particular, ao centrar a campanha no ODM 5 – que visa reduzir em 75% a mortalidade materna no mundo até 2015 – procuramos também dar a conhecer realidades muito diferentes da nossa, bem como aquele que tem vindo a ser o contributo nacional para a melhoria do ODM 5 nos países de expressão portuguesa.

A evolução dos indicadores de saúde materno-infantil em Portugal é considerada internacionalmente um caso de sucesso, a que urge dar a necessária divulgação e replicação no contexto dos países parceiros da Cooperação Portuguesa. Um idioma comum, sistemas de formação, de investigação e de saúde cooperantes são mais-valias que é importante reconhecer e ver reconhecidos como contributos claros de cidadania, diálogo e desenvolvimento.

Por fim, com o seu enfoque nas escolas, a Campanha procura em concreto contribuir para a informação e educação para o desenvolvimento dos rapazes e raparigas portugueses, numa perspectiva de Cidadania e Direitos Humanos. A acção desenvolvida na Guiné-Bissau com o trabalho em matéria do ODM 5 e o acompanhamento de iniciativas apoiadas pela Cooperação oficial portuguesa em países lusófonos são recursos fundamentais que é importante valorizar e divulgar numa perspectiva de Educação para a Cidadania, Desenvolvimento e Direitos Humanos.

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