PCP no Parlamento Europeu vota contra o reforço do Pacto de Estabilidade e mais sanções

É inadmissível reforçar as regras do Pacto de Estabilidade (PEC), através de sanções, mesmo que se procure branquear a posição da Comissão e do Conselho. As sanções configuram uma autêntica cruzada contra a soberania dos povos e contra os Estados-Membros da União Europeia de economias mais frágeis e com situações económicas e sociais difíceis, escamoteando que estas situações resultam do impacto catastrófico das políticas neoliberais da União Europeia, em que o Pacto de Estabilidade é um dos pilares centrais.
Ao aprovar este Parecer, a Comissão do Emprego dá cobertura ao caminho que o Conselho e a Comissão apontam: aumentar sanções  que só agravarão toda a situação  actual, contribuindo para aumentar as desigualdades entre países, agravando as injustiças sociais, o desemprego e a pobreza. Este caminho apenas serve interesses de grandes grupos económicos e o directório de potências, nomeadamente a Alemanha, visando a concentração e centralização do poder económico na União Europeia. É uma estratégia já confirmada pela coexistência de elevadas taxas de crescimento em economias como a alemã e de uma escalada de chantagens contra países com economias mais frágeis e dependentes como a portuguesa. O que se impõe é um verdadeiro Pacto de Emprego e Progresso Social que substitua o PEC.

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